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Prefeito e vereadores de Talismã defendem benefícios para o município

12/09/2017 - Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

O governador Marcelo Miranda recebeu na manhã desta terça-feira, 12, em seu gabinete, o prefeito e o vice-prefeito de Talismã, Diogo Borges de Araújo e Adão Melo, respectivamente, além do presidente da Câmara de Vereadores, Wellington Borges. O objetivo da audiência foi apresentar, ao governador, algumas demandas nas áreas da saúde e infraestrutura. Também solicitaram medidas para amenizar os efeitos da estiagem na zona rural do município.

O governador se mostrou sensível às reivindicações apresentadas pelos representantes do município. “Ouvimos as reivindicações, que são as demandas da comunidade daquele município e determinamos, para a nossa equipe, uma análise de cada caso, para atendermos na medida do possível”.

O prefeito Diogo Borges fez uma avaliação positiva da audiência e disse que o governador foi bastante solícito para com as demandas apresentadas. “Foi possível apresentar as nossas principais necessidades e estamos esperançosos de que seremos atendidos e, automaticamente, serão atendidas as necessidades da comunidade de nossa cidade”, disse.

O vice-prefeito Adão Melo destacou o caráter municipalista do governador e disse que a reunião foi importante a partir do momento que as demandas foram bem recebidas. “Foi muito boa a reunião e saímos fortalecidos com a expectativa de nossas demandas serem atendidas”. 

A cidade

Talismã está localizada no extremo sul do Tocantins, próximo à divisa com o Estado do Goiás. Conta com pouco mais de 3.500 habitantes e tem sua economia basicamente gerida pela agricultura e pela pecuária. Este ano, o Governo do Estado inaugurou a Unidade Prisional Feminina de Talismã, com capacidade para acolher até 30 reeducandas. As obras receberam investimentos de R$ 385.194,64.

Na área de infraestrutura, foram realizadas pontes, bueiros e galerias em um trecho de 61,21 km de estradas vicinais. A ação do Governo do Estado faz parte do Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS). As obras custaram R$ 1.139.426,38, recursos oriundos de financiamento no Banco Mundial (Bird). 

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